E eu não consigo parar. Você não sabe me deter. E eu não consigo parar.

A Um Cantor:
Claro está que nada feito. Jogaste a tempo, perdeste. Jogaste a nervos, perdeste. ´Gora ´güenta a mão, José, que não lhe presta serviço algum prantear a hora morta. Respira a fundo ( diafragmal, abdominal ), não deixa o período quebrar, faz a canção surgir das costelas. Chegue de dentro; te aporte, te finque, te deixe inundar. Ajuda um conhaque, com raspa de gengibre. O que mais te serenar, visando ao bom abraço do inadequado, do dúbio, do quase. Outra ou uma nota há de rir-se das alturas, e o tom extraviado no dédalo de sons, mas não te inquiete. Chegue de dentro que o caminho vai na metade.
posted by Ismar Tirelli Neto, 1:26 PM
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